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15 Junho de 2017 | 12h27 - Actualizado em 15 Junho de 2017 | 12h28

Moçambique: Consórcio Luso-Chinês assina contrato para construção da Linha Moatize-Macuse

Maputo - O consórcio constituído pelo grupo português de construção civil Mota-Engil e pela empresa China National Complete Engineering Corporation assina um contrato com a Thai Moçambique Logística para construir no país uma linha de caminho-de-ferro com uma extensão de 500 quilómetros.

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Mapa de Moçambique

Foto: Angop

O grupo indica num comunicado divulgado através da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários que o projecto, integrado no corredor logístico vai ligar a zona mineira de Moatize, província central de Tete, ao porto de Macuse, na província também central da Zambézia terá uma duração contratual de 44 meses e um custo de 2 389 milhões de dólares norte-americanos.

A China National Complete Engineering Corporation é uma subsidiária do grupo China Machinery Engineering Corporation, cotado na Bolsa de Valores de Hong Kong, sendo este o primeiro consórcio em que empresas portuguesas e chinesas entram em pé de igualdade.

O comunicado, citado hoje pelo “O País”, adianta que por se incorporar de bens e serviços provenientes da China é muito provável que as instituições chinesas de crédito às exportações participem no projecto.

Neste caso, o Banco de Exportações e Importações da China possam contribuir positivamente” para o processo de montagem do financiamento do projecto.

O início das obras de construção poderá ocorrer em 2018, assim que forem concluídas as negociações do cliente para o financiamento do projecto.

O presidente executivo da Thai Moçambique Logística, José Pires da Fonseca, já havia anunciado, em Março passado, ter o projecto sido adjudicado ao consórcio constituído em partes iguais pelo grupo Mota-Engil e pela empresa China National Complete Engineering Corporation.

Uma das grandes particularidades para a linha de Macuse é que ela arrasta interesses de quatro companhias indianas com licenças para a exploração do carvão em Moçambique e que precisam do recurso para alimentar as suas centrais térmicas.

Isto porque em Macuse está o porto de Macuse, que deverá ter capacidade para receber navios de até 80 mil toneladas, o que permite uma maior competitividade em relação ao Porto da cidade central da Beira, que recebe navios de menor calado.

Assuntos Moçambique  

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