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27 Novembro de 2019 | 11h12 - Actualizado em 27 Novembro de 2019 | 11h11

Violência contra mulheres envergonha nação sul-africana, diz Ramaphosa

Limpopo (Da correspondente) - O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, disse que a crise causada pela violência contra mulheres e crianças envergonha a nação da África do Sul e vai contra os princípios e valores africanos.

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Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa (Foto arquivo)

Foto: Pedro Parente

Cyril Ramaphosa falava em Lephalale, província do Limpopo (norte do país) durante o acto de lançamento da campanha dos 16 dias de activismo pela não Violência no Género.


"Crescemos sendo educados, enquanto rapazes e homens, que devemos respeitar as mulheres e proteger as crianças, princípios segundo os quais nos deveríamos orgulhar", sublinhou o chefe de Estado.

“Fomos instruídos a nunca, mas nunca mesmo, levantarmos a mão a uma mulher (...), mas noto que perdemos o norte (essa educação) e hoje as nossas comunidades estão enterradas em actos violentos contra todos aqueles que deveriam beneficiar da nossa protecção, enquanto homens", sublinhou.

O Chefe de Estado sul-africano fez saber que os 16 dias do activismo vão ser observados ao longo de todo ano sob o lema: Bastam! 365 dias para acabar com a violência no género.

A campanha tem como propósito preservar e elevar os direitos das mulheres e meninas, ao mesmo tempo que tem de ser vista como a mudança de atitude dos homens e rapazes.

Durante a campanha, os sectores da educação e parceiros devem trabalhar com a sociedade civil para combater a violência contra a mulher.

A propósito, Ramaposa disse ter uma mensagem específica para todos os que abusam às mulheres:"Não existe lugar para ti nesta sociedade".

Em Setembro deste ano, o governo sul-africano disponibilizou 1.6 biliões de Rand para, entre outros objectivos, apoiar as mulheres vulneráveis, bem como permitir a abertura de tribunais que respondam aos novos casos de ofensas sexuais.

Assuntos Violência   África do Sul  

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