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14 Março de 2019 | 18h04 - Actualizado em 14 Março de 2019 | 18h33

Quénia: Encontro entre Macron e Félix Tshisekedi

Nairobi - Os Presidentes francês, Emmanuel Macron e RD Congolês, Félix Tshisekedi encontraram-se na quarta-feira, em Nairobi (Quénia), na presença do secretário-geral adjunto da ONU, Amina Mohammed, e dos Presidentes malgaxe, Andry Rajoelina, e queniano, Uhuru Kenyatta.

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Félix Tshisekedi, Presidente da RDC

Foto: Pedro Parente

Emanuelle Macron, Presidente de França

Foto: Lino Guimarães

Segundo o “Jeune Afrique”, o encontro não estava previsto, mas os três homens queriam avançar com o processo de estabilização na Região dos Grandes Lagos.

Para a Presidência francesa, não se pode esquecer o processo de contestação dos resultados da eleição presidencial na RDC, mas é preciso avançar.

Visivelmente, Emmanuel Macron e Uhuru Kenyatta concordam sobre a situação na RDC, por isso, solicitaram ao seu homólogo congolês a libertar-se das amarras do seu predecessor, Joseph Kabila Kabange, numa altura em que se continua a eperar pela nomeação do Primeiro-ministro do futuro governo. “É preciso um gabinete alargado que dê lugar à oposição e à plataforma de Martin Fayulu e de Moise Katumbi, nomeadamente, indicou uma fonte diplomática.

Tendo em conta o carácter contestatário da eleição presidencial congolesa, os parceiros de Kinshasa pedem ao Félix Tshisekedi, atitudes de boa vontade.

Do ponto de vista da União europeia, a boa vontade demonstra-se com a abertura da Casa Shengen, encerrada em Fevereiro de 2018, a pedido do antigo ministro congolês dos Negócios estrangeiros, Léonard She Okitundu, em plena crise diplomática entre a RDC e a Bélgica, mesmo se aquela representação consular representasse 17 países que davam vistos europeus aos congoleses.

Sobre o mandato da MONUSCO na RDC, os interlocutores defenderam a sua renovação no decorrer de Março.

“É preciso dialogar com a ONU sobre o seu futuro papel, por tratar-se de uma das principais prioridades”, consideram os Campos Eliseus (Presidência francesa), referindo-se a situação em Beni e sobre o Ebola, no Leste da RDC.

Visivelmente, Félix Tshisekedi ouviu os seus interlocutores, mas não prometeu nada. “O Presidente congolês tem equilíbrios complicados por respeitar”, explicou uma fonte da Presidência francesa.

Assuntos Política  

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