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10 Julho de 2019 | 09h24 - Actualizado em 10 Julho de 2019 | 15h52

RDC: Controlo dos principais ministérios bloqueiam negociações

Kinshasa - Persistem as divergências para a formação do próximo governo congolês, com o Presidente Tshisekedi a opor-se à ideia de um governo com 65 membros, noticia o jornal local "Le potentiel".

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Bandeira da República Democrática do Congo

Foto: Angop

Segundo o diário, além de defender a redução do número de postos ministeriais e de secretários de Estado, Tshisekedi quer ainda ter sob o seu controlo, os Ministérios da Defesa, dos Negócios Estrangeiros, do Interior, das Finanças e da Justiça, uma pretensão rejeitada pela FCC, que ganhou com maioria qualificada os pleitos nacionais e provinciais e, concomitantemente susceptível de dirigir o futuro executivo.

A caminho de seis meses desde que tomou posse, na sequência das eleições gerais de 30 de Junho de 2018, o actual Presidente congolês que prometeu para 30 de Junho, a publicação do novo governo, pena em encontrar uma solução.

Para a formação do novo governo, Tshisekedi e Kabila (CACH-FCC), entenderam-se fazer uma coligação, ao invés da coabitação estipulada na Constituição congolesa.

No caso, sublinham os observadores, o que se passa tem a ver com uma correlação de forças, e não de compromisso na partilha das principais pastas ministeriais.

Sobre isso, Serge Kadima, um quadro da FCC, em declarações à Rádio Top Congo, acusou a coligação CACH de bloquear a formação do governo, porque as negociações limitaram-se a harmonizar os nomes dos que vão ocupar as pastas dos diferentes Ministérios.

Recorde-se que a FCC e o CACH assinaram um acordo visando governar juntos o país, mas cujo teor não foi tornado público.

Assuntos RDCongo  

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