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08 Agosto de 2019 | 09h30 - Actualizado em 08 Agosto de 2019 | 09h30

RDC: Dez critérios para se ser ministeriável

Kinshasa - O primeiro-ministro da República Democrática do Congo (RDC), Sylvestre Ilunga Ilunkamba, revelou, quarta-feira, em Kinshasa, 10 critérios, para se ser ministeriável no seu futuro governo, segundo o jornal local “7sur7”.

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Presidente da RDC, Félix Tshisekedi

Foto: Pedro Parente

Os dois primeiros critérios são: não ter sido objecto de condenações judiciárias, dentro e fora do país, e aderir ao código de conduta do executivo.

A revelação foi feita durante a cerimónia que marcou o início das consultas visando a formação do governo aos coordenadores das plataformas FCC e CASH.

Os outros fios condutores para se ser ministeriável são, nomeadamente a integridade e capacidade de trabalhar em equipa; equilibrar antigas e novas figuras, bem como as gerações emergentes; velar significativamente pela representatividade do género e pelo equilíbrio geopolítico.

 Enviar um sinal significativo às pessoas que vivem com deficiência; a capacidade de trabalhar sob a autoridade do Primeiro-ministro; assinar um contrato de performance entre o ministro titular e o Primeiro-ministro e apresentar três candidatos para cada posto ministerial, por ordem de preferência e a respectiva biografia, fazem parte das exigências do chefe do futuro governo congolês.

Os representantes da FCC e do CASH devem, sábado próximo, remeter as listas, e o depósito, terça-feira, 13 de Agosto, da primeira versão do governo, ao Presidente da República.

Na perspectiva do Primeiro-ministro, o no executivo deve ser apresentado à Assembleia Nacional, durante a sessão extraordinária, prevista para o dia 15 de Setembro.

As duas plataformas políticas da RDC que decidiram formar um governo de unidade nacional, começaram as negociações, em Fevereiro, pouco depois da investidura do Presidente Félix Tshisekedi, eleito durante o pleito de 30 de Dezembro de 2018.

Por causa de profundas divergências, apenas chegaram a um acordo, no fim de Julho último.

O governo terá 65 membros, dos quais 42 para a FCC, liderada por Joseph Kabila, e 23 para o CASH, grupo político de Félix Tshisekedi.

Assuntos RDCongo  

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