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24 Março de 2020 | 10h16 - Actualizado em 24 Março de 2020 | 10h35

Covid-19: Saxofonista Manu Dibangu morreu vítima da pandemia

Paris - O saxofonista africano Manu Dibangu, natural dos Camarões, morreu hoje (24) em França, aos 86 anos, vítima da Covid-19, noticiou a France Presse Thierry Durepaire que geria a carreira do famoso músico de afro-jazz.

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Saxofonista Camaronês Manu Dibangu (Foto arquivo)

Foto: Lino Guimaraes

O autor de "Soul Makossa" (1972) - um dos primeiros temas de afro-jazz conhecido mundialmente - morreu hoje de madrugada num hospital da região de Paris.

"As cerimónias fúnebres vão decorrer de forma restrita, em ambiente familiar, mas vai ser realizada uma homenagem assim que seja possível", refere a mensagem que acaba de ser publicada na página oficial do saxofonista na plataforma digital Facebook. 

“Soul Makossa”, o tema que tornou Manu Dibangu mundialmente famoso era inicialmente o lado B de um single (45rpm) que continha um Hino de homenagem à equipa de futebol dos Camarões por ocasião da Copa Africana, em 1972.

Logo após a edição do primeiro trabalho, a música de Manu Dibangu foi notada pelas estações de rádio de Nova Iorque.

Nos  anos 1980, Manu Dibangu acusou o norte-americano Michael Jackson (1958-2009) de lhe ter plagiado uma música que fazia parte do alinhamento do álbum 'Thriller' tendo o saxofonista dos Camarões conseguido um acordo financeiro como forma de compensação de direitos de autor.

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