Angop - Agência de Notícias Angola PressAngop - Agência de Notícias Angola Press

Ir para página inicial
Luanda

Max:

Min:

Página Inicial » Notícias » África

18 Maio de 2020 | 11h13 - Actualizado em 18 Maio de 2020 | 11h13

Ajuda de combate à covid-19 chega a São Tomé e Príncipe

São Tomé - São Tomé e Príncipe acaba de receber 20 toneladas de materiais e equipamentos médicos e medicamentos de combate à covid-19 dos quais 10 ventiladores e o Laboratório PCR para análise de amostras, soube-se de fonte oficial, em São Tomé.

Envia por email

Para compartilhar esta notícia por email, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Corrigir

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Bandeira de São Tomé e Principe

Foto: foto cedida

O carregamento com os ventiladores, medicamentos e equipamentos para a montagem do Laboratório PCR de apoio ao Sistema Nacional de Saúde no combate à covid-19 aterrou sexta-feira, no aeroporto internacional de São Tomé.

Trata-se de material de protecção individual, nomeadamente máscaras, luvas, óculos, viseiras e fatos bem como medicamentos utilizados no atendimento dos doentes de coronavírus.

No auxílio ao Estado são-tomense, a Organização Mundial da Saúde (OMS) fez deslocar ao país um virologista que prestará apoio na utilização do Laboratório PCR.

Os materiais e equipamentos médicos chegaram juntamente com um médico, dois enfermeiros intensivistas e um especialista em logística bem como um consultor especialista em gestão de emergência de saúde publica, contratados pela OMS.

A ponte aérea humanitária foi efectivada com o apoio de Portugal, cujo aparelho foi fretado pela União Europeia e os equipamentos e contratação de profissionais de saúde esteve a cargo das Nações Unidas.

O escritório da ONU, em São Tomé e Príncipe, informou que as despesas da ponte aérea humanitária foram suportadas com a verba do orçamento de resposta aos impactos da covid-19 e propagação do vírus, no país, avaliado em quatro milhões de dólares americanos.

A ponte aérea permitiu ainda a mudança dos trabalhadores humanitários, das administrações nacionais e das ONG e facilitou o repatriamento de 200 expatriados europeus, devido a suspensão dos voos comerciais pelo encerramento de fronteiras.

A República Centro-Africana foi o primeiro Estado africano a beneficiar da ponte aérea humanitária lançada pela União Europeia, antes de São Tomé e Príncipe.

Leia também