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05 Agosto de 2020 | 21h14 - Actualizado em 05 Agosto de 2020 | 21h14

Catumbela reduz pontos de recolha de resíduos

Catumbela - Catorze dos 41 pontos de recolha de lixo existentes, actualmente, no município da Catumbela, vão ser eliminados dentro de dois meses, para melhorar e optimizar a gestão dos resíduos sólidos na região, informou hoje, o director local do Ambiente e Saneamento Básico.

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Amontoado de lixo (arquivo)

Foto: Rosario dos Santos

Segundo Felisberto Feca, que falava à Angop, a vila-sede da Catumbela, por exemplo, irá perder 11 dos 23 pontos de recolha de que dispõe, enquanto na comuna do Gama restarão seis locais, contra nove existentes.

Com 41 pontos, incluindo os das comunas da Praia do Bebé e do Biópio, Felisberto Feca admite ser cada vez mais difícil a manutenção e a gestão dos resíduos.

Para já, fundamenta a decisão da administração, já ratificada pelo Conselho Municipal de Auscultação da Comunidade, por existirem apenas quatro barcas mal conservadas, três camiões e uma retroescavadora avariadas, além de um tractor, o único meio que funciona.

E as dificuldades estendem-se igualmente à brigada de limpeza, que só tem 14 trabalhadores efectivos e 50 eventuais, o que cria constrangimentos na intervenção nesse sentido.

Uma intervenção que, segundo Felisberto Feca, tem tido o apoio da empresa Ambi África, mediante um contrato patrocinado pelo Governo Provincial de Benguela, e outras firmas no município, como é o caso da cervejeira Soba.

Depois de eliminados os 14 pontos, o responsável referiu que irá remeter aos conselheiros da municipalidade da Catumbela uma proposta de taxa, para os munícipes comparticiparem na recolha, já que são os produtores dos resíduos.

Administrador fixa educação ambiental como prioridade

A produção de cartilhas sobre a educação ambiental será uma realidade dentro de pouco tempo, como perspectiva o administrador da Catumbela, Fernando Belo, que prevê a recolha porta-a-porta (ainda em estudo), em substituição de contentores e barcas, sobretudo na vila-sede e no Gama.

“Dá mais trabalho, mas é bom que a sociedade contribua nesse sentido, porque senão teremos o lixo deitado à porta”, vincou. E acrescenta: “hoje podemos respirar melhor, porque a Ambi África já nos ajuda na recolha”.

A Angop apurou que, por estes dias, a vila-sede da Catumbela e o Gama são alvos de uma campanha de recolha de resíduos, quinzenalmente para os pontos de lixo a céu aberto (sem contentores) e três vezes por semana onde haja barcas.

Estudos do Ambiente na Catumbela indicam que cada munícipe produz diariamente 0, 5 quilogramas de lixo.

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