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04 Outubro de 2018 | 10h01 - Actualizado em 05 Outubro de 2018 | 15h19

Oitenta porcento dos angolanos terão acesso à banda larga em 2022

Luanda - Oitenta porcento da população angolana deverá ter acesso ao serviço de banda larga até 2022, informou, em Luanda, o secretario de Estado das Telecomunicações, Mário de Oliveira, durante o ?Breakfast com o regulador?, realizado pelo Instituto Angolano das Comunicações (INACOM).

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Iniciativa enquadra-se nos objectivos da SADC

Foto: José Cachiva

De acordo com ele, esta pretensão enquadra-se nos objectivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas e da agenda 2030 da União Africana, cujas acções se encontram respaldadas nos compromissos da SADC 2025, bem como no Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2018-2022.

Neste âmbito, de acordo com Mário de Oliveira, 50 porcento dos lares em cada Estados-membro da SADC deve estar conectado à internet, serviços básicos de banda larga têm de ser tornados acessíveis na SADC em, pelo menos, dois porcento do PIB mensal per capita.

Todos Estados-membros devem possuir um plano nacional de banda larga ou incluído banda larga na sua definição de serviço de acesso universal, bem como apresentar usuários de banda larga/internet na ordem dos 65 porcento.

Ainda no âmbito do PDN, 60 porcento dos jovens e adultos, em cada membro da SADC, deve ter alcançado pelo menos um nível mínimo de referência nas habilidades digitais sustentável e a desconexão das pequenas e média empresas deve ser reduzidos em 50 porcento por sector, bem como 40 porcento da população deve usar serviços de finanças digitais.

Segundo ele, o PDN 2018-2022 recomenda ainda que a igualdade entre os sexos deve ser lançada em todas as metas de banda larga da SADC e os serviços básicos ou os serviços de instalação nos agregados familiares do acesso à banda larga fixa ou móvel devem ser tornados acessíveis na SADC, passando a custar menos de 50 dólares ou dois porcento do PIB mensal per capita, prevalecendo o critério que for menos.

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