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09 Agosto de 2018 | 16h52 - Actualizado em 09 Agosto de 2018 | 16h51

Ordenamento marinho com execução na ordem de 70%

Luanda - Mais de 70 porcento do primeiro trabalho de ordenamento do espaço marinho angolano, que decorre entre as Palmerinhas em Luanda até à foz do rio Tapado, na fronteira entre Cuanza Sul e Benguela, foi realizado, informou o director nacional do Mar, António Barradas.

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O trabalho, que visa delimitar as áreas para o desenvolvimento de diversas actividades, teve inicio em 2016 numa extensão de 370 quilómetros e a sua conclusão está prevista para 2019.

O responsável, que falava no final da reunião do grupo nacional de coordenação sobre o ordenamento do espaço marítimo em Angola, explicou que depois desta obra piloto, os trabalhos terão sequência para o sul de Angola, partindo da foz rio Tapado até a do rio Cunene. Numa fase a posterior, o trabalho será realizado na parte norte do país.

O encontro, que teve a duração de dois dias, permitiu definir as tendências futuras da utilização do mar, analisar as áreas de conflito, integrar as áreas marinhas de importância ecológica ou biológica e o Ordenamento do Espaço Marinho (OEM), entre outros assuntos ligado ao mar.

António Barradas explicou que o projecto de ordenamento do espaço marinho, em curso no país, vai permitir mediar os conflitos nas realizações de actividades no mar, planificação das actividades desenvolvidas no mar, para impulsionar a economia azul do País.

Por sua vez, a consultora internacional para o ordenamento do espaço marítimo, Fátima Alves, disse que o trabalho piloto que Angola está realizar neste sector obedece os parâmetros internacionais e visa apoiar o desenvolvimento da economia azul.

Explicou que para elaboração do plano de ordenamento do espaço marinho se leva em conta a compatibilização dos usos e das actividades que existem no mar, compreender os processos e os seus impactos, identificar as melhores formas de exploração dos recursos marinhos e a conservação da natureza.

Participaram do encontro, técnicos nacionais e estrangeiros que desenvolvem estudos sobre o Ordenamento do Espaço Marinho em Angola.

Assuntos Pesca   Petróleos  

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