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12 Outubro de 2018 | 13h00 - Actualizado em 17 Outubro de 2018 | 17h02

Entreposto da madeira do Cuando Cubango termina em Novembro

Menongue - A primeira fase das obras do Entreposto de Comércio da Madeira, em Menongue, provincia do Cuando Cubango, termina em Novembro. O empreendimento conta com 22 escritórios e três instalações para bancos comerciais e um restaurante.

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Arquivo - Madeira

Foto: Foto cedida

O facto foi revelado nessa quinta-feira, pelo encarregado de obras da empresa CBTGC-China Building Technique Angola Company LDA, Keven Wang Wei, no âmbito da uma visita de constatação da empreitada, efectuada por uma delegação chefiada pelo director do gabinete da Agricultura no Cuando Cubango, António Pereira Vicente.

Para além das áreas acima descritas, o entreposto, que está a ser implantado numa área de cinco hectares, contempla igualmente uma zona de concentração e comércio de madeira que terá duas balanças, sendo uma alternativa com a capacidade para 80 toneladas.

Em declarações à imprensa, no final da visita, Keven Wang Wei, explicou que nesta altura a empresa contratada está igualmente a construir dormitórios para os trabalhadores e a afectuar acabamentos nas instalações onde vão funcionar três bancos, bem como o restaurante.

Garantiu que até dia 11 de Novembro, isto é,dentro de 30 dias, o projecto, nesta primeira fase em que foram consumidos aproximadamente três meses, será concluído para depois dar-se o arranque da segunda fase, que vai necessitar da desminagem da própria área onde será instalada uma serração.

Avançou que, a segunda fase terá uma duração de três meses, tendo adiantado que os trabalhos decorrem sem problemas, porquanto os prazos contratuais estão a ser cumpridos.

O director provincial do gabinete da Agricultura, António Pereira Vicente, disse que a visita ao centro de negócio de madeira e derivados visou dar maior celeridade a sua empreitada, para facilitar a gestão de todos os procedimentos da madeira no mercado do Cuando Cubango.

“Como sabem, a madeira será tratada aqui onde teremos quase todos os serviços, onde será paga a madeira para a exportação. Todas as instituições como a Administração Geral tributária (AGT), polícia fiscal, alfândegas, Instituto de Desenvolvimento Florestal, despachantes, para que se possa fazer um trabalho condigno em termos de recursos florestais”, informou.

Disse ter recebido do empreiteiro, a garantia de existência, no entreposto de comércio de madeira, de todo o equipamento necessário para a infra-estrutura, para arrancar-se com o seu efectivo funcionamento. Tal facto irá permitir arrecadar recursos financeiros para os cofres do Estado, para além de facilitar o trabalho dos madeireiros destacados naquela região do país.

De acordo com o responsável, a entrada em funcionamento do enterposto vai garantir, sobretudo, emprego para os jovens, a par de alguma percentagem de recursos financeiros que serão retidos pela província, uma vez que a facturação será local.

Avançou que no entreposto muitos serviços poderão surgir, como a instalação de empresas de mobiliário, entre outras interessadas  no processamento da madeira.

Na área de concentração e tratamento de madeira já se encontra uma parte de toros de madeira apreendida durante a campanha florestal 2017-2018 e que finda a recolha, o governo provincial dará igualmente o seu destino final.

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