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12 Fevereiro de 2019 | 19h23 - Actualizado em 12 Fevereiro de 2019 | 19h22

CLOD terá unidade de conservação de hortícolas

Luanda - O Centro de Logística e Distribuição (CLOD) de Luanda passará a contar, a curto prazo, com uma área para hortofrutícola, para recolher, embalar e conservar frutos e hortícolas.

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Ministro do Comércio, Joffre Van-Dúnem Júnior, cumprimentando administradores empossados do CLOD e do MAB

Foto: Foto cedida

O centro, em fase de conclusão na capital do país, permitirá o escoamento, processamento e transformação de produtos agrícolas, estando igualmente vocacionado ao abastecimento de peixe e carne.

Segundo o ministro do Comércio, Jofre Van-Dúnem, o pleno funcionamento do centro está a depender da realização de um concurso público, em data a anunciar pela nova Administração por si empossada hoje.

O governante conferiu posse a Jacinto José como administrador do Centro de Logística e Distribuição (CLOD) e a Ângelo Machado, para a mesma função no Mercado Abastecedor do Benfica (MAB).

Na cerimónia, o ministro do Comércio explicou que o CLOD comporta um mercado abastecedor, composto por seis naves que já se encontram em funcionamento, sob gestão de diferentes empresas arrendatárias.

Já Jacinto José descreve o centro como um local dotado de infraestruturas de apoio aos produtores, aos distribuidores e distintos operadores que exercem a actividade do comércio.

O administrador do CLOD sublinha ser um grande desafio gerir a unidade, a julgar pela complementaridade de serviços, operacionalizados com os equipamentos que constituem este mercado.

Por sua vez, o administrador do Mercado de Abastecimento do Benfica, Angelo Machado, salientou que o objectivo é ajudar no escoamento de produtos diversos, criando sinergias e formas de redistribuição.

Adiantou haver uma grande necessidade de se criar políticas multi-sectoriais, uma vez que a degradação acentuada das vias de acesso contribuem (em grande medida), na deterioração de quantidades consideráveis de produtos do campo.

“Tem de existir uma integração de serviços, pois não bastam os centros. É preciso também existirem estradas boas, para facilitar os produtores que vivem a mais de 40 quilómetros do centro de Luanda transportarem os seus produtos”, referiu.

Assuntos Comércio  

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