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31 Maio de 2019 | 03h37 - Actualizado em 31 Maio de 2019 | 03h37

Comércio no Lobito ganha 92 novos estabelecimentos em três meses

Lobito - O sector comercial no município do Lobito, em Benguela, fechou o primeiro trimestre deste ano com noventa e dois novos estabelecimentos licenciados, sobretudo na rede grossista e retalhista, mais 31 em comparação com o mesmo período de 2018.

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Um estabelecimento comercial na cidade do Lobito

Foto: José Honório

Em declarações hoje à Angop, o director da Repartição Municipal dos Assuntos Económicos, Hotelaria e Turismo, Pedro Domingos, disse que a operação “Resgate” está na base do crescimento do número de estabelecimentos comerciais licenciados, já que tem estado a desencorajar a fuga ao fisco aos comerciantes, sob pena de incorrerem em pesadas multas.

Segundo o responsável, a maior parte dos novos estabelecimentos autorizados pelo Estado para o exercício da actividade comercial até Março é, tal como no ano passado, da rede de venda a retalho, com um total de 61 licenciamentos efectuados.

Em relação às receitas arrecadadas para os cofres do Estado, o director dos Assuntos Económicos do Lobito também aponta um incremento neste segmento, de Janeiro até Março deste ano, com os cobranças a renderem um volume de um milhão e 545 mil kwanzas, contra o montante de um um milhão e 85 mil kwanzas em 2018.  

Relativamente ao comércio informal, a fonte salientou que, de Janeiro até ao momento, a Direcção do Comércio atribuiu licenças a 43 vendedores informais na região, contra os 52 "legalizados" no mesmo intervalo de tempo do ano passado.

O responsável explicou, como objectivo desta actividade, o cadastramento dos vendedores ambulantes na Administração Geral Tributária, permitindo ao Estado saber quanto é que se arrecada com o pagamento de impostos no mercado paralelo.

O gestor da Repartição Municipal dos Assuntos Económicos do Lobito acentua, por outro lado, que o órgão tem, desde o ano passado, intensificado uma campanha de sensibilização junto dos comerciantes informais, no sentido de legalizarem as suas actividades.

A Angop apurou que entre as infracções mais detectadas pelos fiscais em vários estabelecimentos comerciais vistoriados estão, o uso de alvará caducado, o não pagamento de impostos de selo, a falta de livro de cálculos, para além da especulação de preços.

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