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11 Julho de 2019 | 08h53 - Actualizado em 11 Julho de 2019 | 08h53

Falta de matéria-prima inviabiliza produção do azeite português em Angola

Luanda -A falta de matéria-prima inviabiliza a implementação de uma linha de enchimentos para produção em Angola do Azeite Camponês e do Boa Mesa, marcas portuguesas, informou nesta quinta-feira, em Luanda, o representante comercial da EZOL fabricante dos referidos azeites, Gonçalo Correia.

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Ao falar à Angop, na 35ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA/2019), que decorre Zona Económica Especial (ZEE) Luanda Bengo), sublinhou que a com uma facturação de cerca de quatro milhões de euros para Angola anualmente, cuja quota de mercado angolano ronda aos 15%, a empresa não fecha a porta a ideia de um dia montar uma linha de enchimentos.

Disse que a empresa que exporta para Angola em média 15 a 20 contentores mensais, perfazendo cerca de 200 contentores anuais.

“Não iríamos acrescentar valor a Angola porque teriam de importar 100% do produto para fazer o enchimento, o que seria mais caro. Com o desenvolvimento do mercado angolano e de toda indústria estará aberta aos desafios, porque é um mercado que gostamos de estar e nos sentimos bem”, frisou.

Sublinha que a falta de maquinaria de linha de enchimentos cujas máquinas em regra são portuguesas, espanholas ou italianas e o óleo vegetal (Angola não tem soja suficiente), girassol olival e a azeitona são as únicas razões que impedem a produção do azeite em território angolano.

A 35ª edição que decorre sob o lema Dinamizar o sector privado e promover o crescimento económico, aberta pelo ministro de Estado da Coordenação Económica conta com a participação de 21 países, Portugal, Alemanha, Indonésia, Turquia, França, Índia, China, Reino Unido, Noruega, Suécia, Suíça, Israel, Brasil, Japão, Bielorrússia, Uruguai, Macau (Região administrativa Especial da China), Itália, África do Sul, Holanda e Estados Unidos da América.

Produtos e serviços ligados à banca, telecomunicações e tecnologias de informação, petróleos, transportes e logística, indústria e turismo, construção civil, intermediação imobiliária, agricultura, entre outros, estão patentes na feira, que encerra neste sábado.

Assuntos Feira  

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