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07 Outubro de 2019 | 10h21 - Actualizado em 07 Outubro de 2019 | 17h08

Angola e Senegal podem produzir 10 mil MW até 2025

Luanda - Angola e Senegal estão prestes a atingir os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável africano no sector eléctrico, com a produção de 10 mil MW até 2025, uma iniciativa para o sector, através da produção de energia limpa e "amiga" do ambiente.

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Vista parcial do Ciclo combinado do Soyo, província do Zaire, Angola (arq)

Foto: Rosário dos Santos

Lançada à margem da Cimeira sobre o Clima das Nações Unidas, a iniciativa é de um grupo de países financiadores e desenvolvedores de projectos e da Comissão Económica para África das Nações Unidas (ECA), de acordo com uma nota de imprensa a que a Angop teve acesso nesta segunda-feira.

Na mesma Cimeira de 23 de Setembro, o Presidente da República, João Lourenço, ao intervir no encontro, saudou os esforços dos parceiros pela iniciativa, destacando a  inovação e o impacto-chave na introdução de um financiamento do sector privado para apoiar os países africanos com as suas aspirações energéticas e climáticas.

O documento refere que os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável 7 (SDG7) se destinam a coroar as finanças do sector privado, para acelerar a utilização de energias limpas, a fim de dar resposta à necessidade crescente de energia no continente berço.

O acto visa contribuir para a acção climática, através de um mais ambicioso e determinado tributo, para a acção do clima, por meio do Acordo de Paris, lançado pelo ECA com o suporte do DBSA, Africa50, Angola, Namíbia, Senegal entre outros.

A iniciativa das Nações Unidas teve como propostas concretas criar ambição na acção pelo clima.

O projecto vai, igualmente, contribuir para a acção climática e facilitar investimentos em infra-estruturas de transmissão e distribuição, para ligar os pólos energéticos de África e criar um mercado de energia para atrair investimentos, apoiados por bancos regionais como o DBSA, Africa50 e muitos outros.

A procura energética em África está a aumentar devido a vários factores, incluindo o crescimento populacional, a crescente classe média, a industrialização, o comércio, a urbanização e as alterações climáticas.

O actual nível de empenho do sector privado no sector da energia continua a ser muito pequeno, dado o tamanho do mercado, embora tenha havido alguns investimentos significativos na Etiópia, Quénia, Marrocos, Egipto, África do Sul, Zâmbia, entre outros”, disse a secretária-executiva do ECA, Vera Songwe.

África tem abundância de várias formas de recursos energéticos renováveis, incluindo a solar, hidro, vento e geotérmica. Os países deste continente necessitam de investimentos para pôr em prática estes recursos para o desenvolvimento social e económico do continente e consonância com planos de desenvolvimento nacionais e para a realização das aspirações da agenda 2063.

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