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17 Outubro de 2019 | 14h12 - Actualizado em 18 Outubro de 2019 | 10h14

Executivo quer bom ambiente digital

Luanda - O ministro das Telecomunicações e das Tecnologias de Informação, José Carvalho da Rocha, afirmou hoje, em Luanda, que o Executivo está focado no investimento de infra-estruturas e na implantação de um ambiente mais digital na relação entre empresas, Estados e consumidores.

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O governante falava na abertura do seminário sobre regulação, que decorre sob o lema “Rumo ao digital, tendências e desafios”, numa promoção da Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa (AICEP).

Segundo o ministro, o Executivo angolano está focado no investimento e nas infra-estruturas para o suporte e expansão dos serviços em todo o território nacional, bem como na abertura do mercado, com o surgimento de novos operadores, com vista ao bem-estar dos cidadãos, independentemente do ponto onde eles se encontram.

Outro desafio é a implantação de um ambiente cada vez mais digital na relação entre as empresas, Estados e, particularmente, na relação com os consumidores, o que impõe um profundo diálogo e um estudo sobre a regulamentação.      

“Os Estados desta associação devem juntar sinergias para cada vez mais aproximar os povos, mais também na prestação de serviços de qualidade aos cidadãos”, disse.

Para o sucesso destes serviços, a protecção de dados é fundamental, daí a criação da Agência de Protecção de Dados, para garantir o desafio de tratar os dados e manter a privacidade dos mesmos.

AICEP quer mercado digital

Por sua vez, o presidente da direcção da Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa (AICEP), João Caboz Santana, defendeu a necessidade de criação de mercados abertos e competitivos para a salvaguarda dos interesses dos consumidores.

Para si, a transformação digital traz novos desafios em termos de processos, posicionamentos, modelos de negócios, que os operadores de correios, telecomunicações, conteúdos de televisão e media têm que abraçar com confiança para se adaptarem neste novo mundo.

Este desafio, acrescentou, são extensivas às entidades reguladoras que têm que induzir o investimento, a inovação e acompanhar as dinâmicas deste mundo digital, no sentido de criar condições, para que haja mercados muito maduros, mais abertos, concorrenciais e competitivos para a salvaguarda dos interesses dos consumidores.

“O certame serve para analisar o estado da associação, tendo em conta que todos os países não têm o mesmo grau de desenvolvimento, mas a certeza é que querem vencer em conjuntos os desafios e ajudar os outros a crescerem sem queimarem etapas”, disse.

Actualmente, disse, o fenómeno “digital”, enquanto desmaterialização das actividades, nomeadamente das económicas, está a assumir uma função cada vez mais central na vida de todos, pessoas e empresas.

À excepção de Timor Leste, estão presentes os restantes países-membros da AICEP.

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