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27 Janeiro de 2020 | 20h49 - Actualizado em 28 Janeiro de 2020 | 16h38

FAJE prevê criar mais de 200 empresas na Huíla

Lubango - Duzentas e 40 novas empresas estão projectadas para serem criadas este ano, através do Fórum Angolano de Jovens Empreendedores (FAJE) na Huíla, anunciou hoje o coordenador local, Piedade Pena.

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Piedade Pena disse que as empresas vão ser criadas no âmbito de um programa extensivo do FAJE, baseado na formação técnica de futuros empresários, visando o fomento do auto-emprego e empreendedorismo.

Cada empresa, segundo o coordenador do FAJE na província da Huíla, poderá criar no mínimo dois a cinco postos de trabalho, totalizando mais de mil empregos.

De acordo com a fonte, o foco são os pequenos negócios nas áreas da agricultura familiar, carpintaria, serralharia, corte e costura, decoração, pequenas moagens e indústrias transformadoras.

Explicou que para se ter essa previsão tiveram em conta a intenção manifestada pelos novos filiados à organização, assim como as linhas de apoio ao empreendedorismo disponíveis e as politicas de fomento do auto-emprego apoiadas pelo Executivo angolano, em que uma das estratégias é o plano de formação para empreendedores.

“Existe muitos jovens na província com iniciativas empreendedoras, mas não têm suporte para desenvolver a sua actividade empresarial, pelo que vamos formá-los em gestão, contabilidade e finanças durante uma semana, para saberem como gerir o seu negócio, a partir de Fevereiro”, indicou.

A formação vai começar no município do Lubango, depois seguirão Chibia, Matala e Quilengues para o primeiro trimestre de 2020, e a partir do segundo trimestre será estendido a outros municípios.

“Pretendemos formar 500 jovens, dos quais 240 serão seleccionados para terem a possibilidade de constituírem as suas empresas, que posteriormente vão poder contar com o apoio da Cooperativa de Crédito do FAJE, com financiamentos que variam dos 50 mil a cinco milhões de Kwanzas.

Piedade Pena referiu que o financiamento será também para jovens que estão filiados no fórum e tenham criado postos de trabalho e que possuam projectos para serem potencializados, através das políticas existentes.

“A nível do país o custo de constituição de uma empresa continua a ser elevado, pois um jovem é obrigado a ter mais de 200 mil kwanzas para constituir uma empresa, para além da morosidade do processo e da falta de acesso a espaços para os empreendedores desenvolverem as suas actividades comerciais”, lamentou o entrevistado.

Fez saber com a inauguração do Serviço Integrado de Atendimento ao Cidadão (SIAC),  ainda este ano, os problemas que os jovens têm com a constituição de empresas vai estar resolvido, pois não vão precisar de ir a Luanda.

Em 2019 o fórum criou 45 novas empresas e mais de 20 encerraram por dificuldades financeiras.

O FAJE na Huíla controla actualmente 480 empresas (950 empregos), das quais 160 estão no município do Lubango. O fórum tem representações em oito municípios da província, estando a faltar Chipindo, Chicomba, Caluquembe, Gambos, Quipungo e Caconda.

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