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15 Julho de 2020 | 09h19 - Actualizado em 15 Julho de 2020 | 13h59

Especulação de preços de alimentos em Angola é injustificável

Luanda - O ministro da Indústria e Comércio, Victor Fernandes, disse terça-feira não haver motivo para a especulação de preços de produtos alimentares em Angola, dada a inexistência de ruptura de stock.

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Ministro da Indústria e Comércio, Victor Fernandes

Foto: Nelson Malamba

"Neste momento, não há nenhuma razão objectiva para o aumento dos preços. Há, naturalmente, alterações de preços devido à inflação, e isso é perfeitamente normal no mercado funcional, mas não o aumento vertiginoso e especulativo dos preços", enfatizou.

Em entrevista à Televisão Pública de Angola (TPA), o dirigente afirmou que as entidades inspectivas que funcionam em conjunto com a polícia estão atentas aos movimentos especulativos, de forma a agir com toda a força da lei.

Afiançou que a produção nacional tem espaço para ser canalizada desde que se diminua ou  mesmo extinga a importação de bens essenciais, criando critérios para atrair investimento privado.

"O primeiro passo será deixar de importar. Os critérios de atracção de investimento podem trazer as empresas americanas, as maiores importadoras de frango, para Angola produzir os frangos, deixando assim de importar esse produto", exemplificou.

Sobre a cesta básica, o ministro defendeu um replaneamento, adicionando artigos produzidos em abundância no país, a fim de diminuir os custos em divisas na aquisição dos mesmos.

Lembrou que Angola produz mandioca, batata rena, batata doce, banana pão, ginguba e outros artigos, questionando a razão de a cesta básica nacional ter que ser constituída por arroz, massa e açúcar.

Assuntos Economia  

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