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11 Fevereiro de 2018 | 19h40 - Actualizado em 12 Fevereiro de 2018 | 06h52

Desenvolvimento humano passa pela segurança alimentar - ministra

Cairo - A ministra do Ensino Superior, Tecnologia e Inovação Maria do Rosário Sambo, defendeu hoje, domingo, no Cairo, Egipto que o processo de desenvolvimento humano passa inevitavelmente pela segurança alimentar das populações e como é óbvio o continente africano, não foge a esta regra.

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A governante fez esta afirmação, quando dissertava sobre “Inovação Alimentar e Tecnológica, Caminhos Inovadores para a Construção de Infraestruturas de Massa Cinzenta em África, à margem do 3° Fórum Africano de Ciência, Tecnologia e Inovação (STI), aberto sábado com a presença do Presidente egípcio Abdel Fattah El-Sisi, assim como de mais de 30 ministros que tutelam o pelouro do Ensino Superior Ciência e Tecnologia.

Maria do Rosário Sambo, lamentou, o facto da qualidade de vida das pessoas em África ser ainda um enorme obstáculo, numa época em que a quarta revolução industrial se desencadeia e muitos dos países do continente africano lutam até agora com os desafios das etapas iniciais da revolução industrial, tais como; a mecanização agrícola, a capacidade de produção em massa, o uso da electricidade, a automação, a electrónica e a tecnologia da informação, entre outros.

Para a ministra a inversão deste paradigma passa necessariamente por adoptar-se a palavra-chave “acelerar” para tentarmos passar por estágios que conduzam Africa no caminho do desenvolvimento.

Segundo Maria do Rosário Sambo, “não teremos outra escolha se não acompanharmos os países mais avançados”.

No que a segurança alimentar em África diz respeito,  a governante angolana,  frisou que implica a disponibilidade de nutrientes, que as pessoas tenham acesso a eles, os alimentos devem ser operados biologicamente e disponíveis em quantidade e qualidade suficientes de acordo com as necessidades biológicas, mas que para tal, Africa tem que ter em conta a necessidade de produção, armazenamento e transporte, sem resíduos para consumidores.

A ministra, não deixou de reconhecer o contributo que a Universidade Agostinho Neto tem dado para a melhoria da qualidade dos produtos agrícolas em Angola, através do seu Centro de Pesquisa Científica sobre Recursos Genéticos Vegetais que trabalha directamente com os agricultores no aperfeiçoamento da qualidade genética de certos alimentos, levando em consideração as condições climáticas locais e o impacto das mudanças climáticas.

Segundo a titular da pasta do Ensino Superior de Angola, o citado centro de pesquisa precisa de dar um salto qualitativo significativo em relação aos recursos da biotecnologia moderna e à formação de recursos humanos.

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