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28 Junho de 2019 | 17h36 - Actualizado em 28 Junho de 2019 | 17h36

Carta escolar sugere maior investimento na Educação

Lubango - A Carta Escolar da Província da Huíla sugere maior investimento no sector da Educação, construção de mais infra-estruturas escolares, aumento da qualidade do ensino e aposta na formação dos professores.

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Esse dado foi avançado hoje, sexta-feira, na cidade do Lubango, pelo coordenador da Carta Escolar da Huíla, Hélder Bahu, que falava sobre as conclusões deste documento, cuja versão final foi apresentada quinta-feira (28).

Em termos de retenção escolar, o responsável disse que existem dificuldades e à medida que os alunos transitam do nível primário para ao I e II ciclo do ensino secundário regista-se a diminuição do número de crianças no sistema escolar, assim como o baixo aproveitamento académico.

Informou que, no II ciclo do ensino secundário, metade dos alunos matriculados não terminam este nível académico, sendo que muitos deles entram tarde para o sistema escolar.

Considerou preocupante a situação da educação na província da Huíla e sugere estudos urgentes para uma intervenção mais ajustada às particularidades de cada região, devido  a alta taxa de desistência de alunos no percurso escolar da iniciação até à 12ª ou 13ª classe.

A Carta Escolar da Huíla, explicou, é um manual que contem dados relativos à população estudantil da circunscrição, como número de professores e de escolas, com as respectivas características, quantidade de carteiras, mapas definindo a acessibilidade geográfica dos alunos, projecções académicas, entre outros dados.

A Carta Escolar da Huíla, a primeira a ser publicada no país, é um projecto do Centro de Investigação e Desenvolvimento da Educação (CIDE), do Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED).

A elaboração do documento contou ainda com o apoio do Governo Provincial da Huíla, Gabinete de Estudos e Planeamento e Estatística do Ministério da Educação (GEPE- MED), Gabinete Provincial da Educação da Huíla, administrações municipais da Huíla, e UNICEF, que financiou 80% do projecto.

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