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18 Junho de 2018 | 17h51 - Actualizado em 18 Junho de 2018 | 18h58

Televisões públicas de Angola e de Moçambique incrementam cooperação

Luanda - As televisões públicas de Angola (TPA) e de Moçambique (TVM) vão revitalizar as relações de cooperação, mediante a troca regular de conteúdos informativos, cujo processo passará pela digitalização dos dois órgãos.

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Pormenor da audiência concedida ao PCA da TV-Moçambique pelo ministro da Comunicação Social, João Melo (à dir.)

Foto: Henri Celso

Presidente do Conselho de Administração (PCA) da TV-Moçambique, Armando Nroga

Foto: Henri Celso

Esta pretensão foi avançada à Angop, nesta segunda-feira, em Luanda, pelo Presidente do Conselho de Administração (PCA) da TV-Moçambique (TVM) Armando Nroga, à saída de uma audiência concedida pelo ministro angolano da Comunicação Social, João Melo.

O responsável moçambicano, que chegou hoje a Luanda, disse que a sua visita ao país visa examinar com a nova direcção da Televisão Pública de Angola (TPA), as vias passíveis de dinamizar os acordos já existentes entre os dois órgãos.  

 “O que estamos cá a fazer é criar o quadro sobre o qual esses acordos sejam implementados e seja possível, de hoje em diante, termos de forma mais activa a informação de um e de outro lado e a ida e vinda de profissionais desses dois países, assegurando a implementação dos acordos já firmados”, realçou.

Relativamente ao processo de transição em curso em Angola, sobretudo no sector da comunicação social, o gestor da televisão pública de Moçambique notou que a evolução da comunicação social angolana é similar a que está a ocorrer no seu país.

“As dinâmicas sociais e de informação, as novas tecnologias de informação e comunicação, assim como o desafio de passagem da televisão analógica para a digital obrigam a que os nossos países tenham a formação profissional, a abertura e a inclusão das redes sociais no seu processo de comunicação”, defendeu.

Frisou que a utilização dos “midias” digitais na difusão da informação e a nova abordagem mundial, caracterizada por uma comunicação rápida e disponível, obriga a que os responsáveis dos órgãos de comunicação social tenham também de se ajustar à dinâmica da sociedade.

“Acho que de forma muito sábia, os dois países, nos seus órgãos, quer privados quer públicos, têm estado a fazê-lo”, observou o PCA da TVM, que se fez acompanhar na audiência pelo embaixador de Moçambique em Angola, Santos Álvaro.

Assuntos Comunicação Social  

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