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14 Junho de 2018 | 16h53 - Actualizado em 14 Junho de 2018 | 17h01

Rei da Jordânia dá sinal para formação de novo governo após crise

Amã - O rei da Jordânia, Abdullah II, emitiu hoje, quinta-feira, um decreto que aprova a formação de um novo governo liderado por Omar al Razaz, após uma semana de protestos contra as reformas económicas que obrigou a renúncia, no princípio deste mês, do Executivo anterior.

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O gabinete do economista Al Razaz, que até agora ocupava o Ministério da Educação, tem 29 ministros, dos quais 15 procedem do governo de Hani al Mulki e seis são mulheres, a maior presença feminina num gabinete na Jordânia.

O ministro das Relações Exteriores, Ayman Safadi, e o do Interior, Samir Mubaydin, permanecem nos cargos, enquanto foram substituídos alguns dos responsáveis pelas políticas económicas que geraram o descontentamento popular e os protestos.

O sub-secretário do Ministério de Finanças, Ezidin Kanakriyah, será o novo titular da pasta, em substituição a Omar Malhas, que foi alvo da ira dos manifestantes devido a sua polémica reforma tributária, que Al Razaz já prometeu retirar.

No último dia cinco, o rei Abdullah II encarregou Al Razaz de formar um novo governo, cuja prioridade deve ser "reactivar as energias da economia jordaniana e estimulá-la", segundo o próprio monarca.

Al Razaz, que conta com experiência como director do Banco Mundial no Líbano entre 2002 e 2006, substitui Mulki, que em várias ocasiões foi criticado pelas políticas de austeridade ditadas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

A reforma que o ex-primeiro-ministro tentou impulsionar pretendia aumentar o número de contribuintes em seis porcento, baixando o tecto exigido para pagar o imposto de renda, além de impor novas taxas às empresas de diferentes sectores.

Assuntos Governação  

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