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11 Julho de 2018 | 16h55 - Actualizado em 11 Julho de 2018 | 18h32

Já decorre em Bruxelas cimeira de chefes de Estado e de Governo da OTAN

Bruxelas - Os chefes de Estado e de Governo dos 29 países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) estão reunidos desde ao princípio desta tarde em Bruxelas para, em dois dias, aprovar-se medidas para a segurança na Europa e fazer frente às ameaças terroristas, além de superar as diferenças com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

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Bandeira da OTAN

Foto: Cortesia afp

A cimeira começou às 14h30 locais na nova sede da OTAN. Para a noite está marcado um jantar de trabalho no Parque do Cinquentenário em Bruxelas, situado no bairro europeu.

A reunião acontece num contexto de divisão entre os Estados Unidos e a Europa em âmbitos como o comércio, o acordo nuclear iraniano e a mudança climática, após as medidas unilaterais adoptadas por Washington, e de tensão pela pressão que Trump impõe aos seus aliados europeus para que cumpram com os seus compromissos de gastos em defesa.

Sobre a mesa está a exigência da Casa Branca de que os seus aliados do Velho Continente destinem pelo menos dois porcento do seu PIB aos gastos em defesa daqui até 2024, um ponto que gerou tensões pelo interesse de Trump em conseguir esse número o mais rápido possível.

Por enquanto, apenas oito dos 29 aliados cumprem a meta e está previsto que, até 2024, o número chegue a 15.

Antes de sentar à mesa com os seus parceiros, o presidente americano qualificou de "morosos" os aliados que ainda não cumprem esse compromisso, que foi selado na cúpula do País de Gales em 2014.

"São morosos no que diz respeito a mim porque os Estados Unidos tiveram que pagar por eles", comentou Trump durante um pequeno almoço com o secretário-geral da OTAN, o ex-primeiro-ministro da Noruega Jens Stoltenberg, antes do encontro.

Stoltenberg destacou que há alguns anos os aliados estavam "reduzindo" os seus gastos e hoje estão "comprometidos a gastar mais e a dividir o fardo económico" entre os países-membros.

Em paralelo à reunião da OTAN, Trump manterá encontros bilaterais com a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e com o presidente francês, Emmanuel Macron.

As reuniões acontecerão depois que Trump afirmou hoje que a Alemanha está "totalmente controlada" pela Rússia por causa do gás que recebe desse país.

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