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08 Julho de 2019 | 09h38 - Actualizado em 08 Julho de 2019 | 10h10

Resultados dão maioria absoluta à Nova Democracia

Atenas - Os conservadores da Nova Democracia ganharam, com 39,8 por cento dos votos, as eleições legislativas na Grécia, contra os 31,5 por cento do Syriza, e a abstenção situou-se nos 42 por cento, no momento em que estão apurados 94 por cento dos resultados, noticiou hoje a Lusa.

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Bandeira da Grécia

Foto: foto divulgação

 Syriza, partido do primeiro -ministro cessante, Alexis Tsipras, ficou com uma desvantagem de oito pontos face ao seu principal rival político, o líder dos conservadores do Nova Democracia (ND), Kyriakos Mitsotakis, que conseguiu obter uma maioria absoluta.

A ND conseguiu eleger 158 deputados, para os 300 lugares do Parlamento, enquanto que o Zyriza conserva apenas 86 dos 144 lugares que tinha no Parlamento actual.

Já o ex-ministro das Finanças grego Yanis Varofakis e o seu partido MeRA25 conseguiram alcançar nove lugares no Parlamento grego, numas eleições que castigaram o seu antigo parceiro, o líder de Syriza.

"Uma vez mais os gregos derrotaram um Governo que se atreveu a impor programas de resgate", disse Varofakis depois de conhecer os resultados das legislativas gregas de hoje.

MeRA25 entra no Parlamento superando ligeiramente o mínimo necessário de 3 por cento.

Porém, a abstenção foi bastante elevada atingindo os 42 por cento.

A abstenção é explicada por um certo cansaço dos gregos que foram chamados às urnas pela terceira vez em um mês e meio. No entanto, não é superior em mais do que um ponto à abstenção que se verificou nas Europeias e na primeira volta das municipais de 26 de Maio.

O efeito da crise dos últimos anos no país, que teve de recorrer à ajuda externa, e o descrédito na classe política fez aumentar a abstenção de 29 por cento, há dez anos, para mais de 40 por cento agora.

O voto é obrigatório na Grécia entre os 17 e os 70 anos, mas as penalizações por não votar não são aplicadas, na prática.

Assuntos Eleições  

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