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23 Maio de 2019 | 20h19 - Actualizado em 23 Maio de 2019 | 22h01

Grupos carnavalescos devem procurar novas fontes de financiamento

Luanda - Os grupos carnavalescos e o Governo, através do Ministério da Cultura, analisaram, nesta quinta-feira, em Luanda, as fontes de alternativas de financiamento do Carnaval, para complementar os subsídios atribuídos pelo Orçamento Geral do Estado.

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União Giza (arquivo)

Foto: Joaquina Bento

 

Os grupos carnavalescos são fnanciados directamente pelo Governo, sendo esta a fonte primária, podendo de modo complementar aceder ou requerer apoios pelos programas públicos de financiamento à cultural já instucionalizados, os quais têm como pressuposto a existência de disponibilidade orçamental e um projecto concreto, sustentável e orçamentado.  

O responsável, que falava à Angop, no final do encontro sobre o Carnaval, apontou fontes de financiamento internas e a Lei do Mecenato como as mais importantes.

Aguinaldo Cristóvão clarificou que tais medidas devem ser avaliadas e implementasse devido a falta de capacidade financeira do Ministério da Cultura para continuar a suportar as despesas dos grupos carnavalescos do país.

Para Aguinaldo Cristôvão, a mais importante fonte de financiamento dos grupos carnavalescos deve provir dos cidadãos, da empresas e as decorrentes de parcerias.                              

Aavançou, no entanto, que factores como a organização interna e preparação dos grupos carnavalescos, incluindo os mecanismos de gestão e de projectos são indispensáveis para a melhoria  do financiamento.

A revisão do regulamento do Carnaval  e a clarificação  do papel do Estado no financiamento do Carnaval, disse, serão fundamentais para a transformação num produto que reflicta a cultura e artes do país  e promotor das indústrias culturais e do turismo.             

Aguinaldo Cristôvão adiantou que o carnaval deve ser~financiamento pelo sector privado e pelo sector público, tendo em conta o seu inquestionável interesse público.  

“No primeiro através de fundos públicos e no segundo através de programas de responsabilidade social. Num contexto em que existem necessidades de incentivo ao apoio às manifestações culturais podem ser criados mecanismos conjuntos entre o sector público e privado”, reforçou.

A actividade realizada pela Associação Recreativa e Cultural Chá de Caxinde foi orientada pela ministra da Cultura, Carolina Cerqueira.

Assuntos Cultura  

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