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17 Outubro de 2020 | 12h16 - Actualizado em 17 Outubro de 2020 | 13h12

Restos mortais de António Gonçalves sepultados na Santa Ana

Luanda - Os restos mortais do escritor António Gonçalves foram a enterrar na manhã deste sábado, no cemitério da Santa Ana, em Luanda.

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Escritor Angolano, António Gonçalves (arquivo)

Foto: Joaquina Bento

O poeta morreu na passada quarta-feira, em Luanda, vítima de doença.

Acompanharam, até a última morada, familiares, amigos das artes e agentes culturais.

(Por dentro)

António Gonçalves começou a escrever aos 13 anos, sendo a sua primeira narrativa, “Cenas que o Musseque Conhece”, lançada em 1978.

Em 1980 entra para a Brigada jovem de Literatura e nesse mesmo ano contribui com o poema “Reflexão” para uma antologia dedicada ao fundador da Nação, António Agostinho Neto.

Na década de 80, dedicou-se exclusivamente a produção poética. Publicou “Gemido de Pedra” (1994), “Veros Libertinos” (1995), “Adobe Vermelho da Terra” (1996) e “Buscando o Homem” (2000).

Escreveu ainda “Gemido de Pedra” (1994), “Versos Libertinos” (1995), “Umbral de Transmutações” (2009) (edição bilingue: Português e Espanhol).

António Gonçalves foi Secretário-geral da União dos Escritores Angolanos de 1994 a 2000, Adido Cultural de Angola em Cuba, Director Geral-Adjunto do Instituto Nacional das Indústrias Culturais e Criativas (INICC).

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