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12 Janeiro de 2018 | 16h53 - Actualizado em 12 Janeiro de 2018 | 16h52

Marcolino Moco enaltece espírito de abertura no país

Luanda - O antigo primeiro-ministro Marcolino Moco, empossado hoje, sexta-feira, nas funções de administrador não executivo da petrolífera angolana Sonangol, enalteceu que o país vive uma nova era marcada pelo espírito de abertura, sobretudo, na imprensa.

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Dois administradores não executivos da Sonangol. Marcolino Moco (à esq.) e Lopo do Nascimento

Foto: Francisco Miúdo

Administrador não executivo da Sonangol, Marcolino Moco

Foto: Francisco Miúdo

Marcolino Moco falava à imprensa depois de ter sido empossado pelo Presidente da República, João Lourenço, no cargo, numa cerimónia em que também foram investidos, entre outros, mais um membro da administração da Sonangol, os novos responsáveis do Fundo Soberano de Angola, um assessor e outro consultor do Chefe de Estado.

O político, que já foi secretário-geral do MPLA, corrobora da ideia do Presidente João Lourenço de que o seu regresso e de Lopo do Nascimento, para funções executivas “é enriquecedor” para o país.

Acredita que os resultados das mudanças em curso poderão ser sentidos dentro de algum tempo.

Apontou como uma das prioridades na Sonangol a distribuição de combustíveis, particularmente, no interior do país.

Disse que apesar de ser indicado administrador não executivo e conselheiro vai continuar a exercer as suas actividades como profissão liberal, muito interessado em reflexões, pensando no país e no continente africano, tendo em conta a sua experiência como governante e diplomata.

Marcolino Moco foi primeiro-ministro entre 1992 e 1996. Exerceu, igualmente, as  funções de secretário-geral do MPLA.

Ficou afastado do aparelho do Estado durante várias décadas, período em que se tornou critico à liderança do MPLA.

Na mesma senda, Lopo do Nascimento exerceu o cargo de primeiro-ministro desde o primeiro dia de independência, a 11 de Novembro de 1975, até 09 de Dezembro de 1978, e foi entre 1991 e 1992 ministro da Administração do Território.

No plano partidário, em 1993 ocupou o cargo de secretário-geral do MPLA.

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