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10 Fevereiro de 2018 | 18h19 - Actualizado em 10 Fevereiro de 2018 | 18h19

Órgãos do MPLA reafirmam disponibilidades para os desafios

Malanje - A Organização da Mulher Angolana (OMA), reiterou hoje (sábado), nesta cidade, estar pronta para continuar a desempenhar o papel de apoiar o MPLA nas tarefas de sensibilização de novas militantes, para que o partido prossiga com a sua marcha triunfal, rumo a conquista dos desafios presentes e futuros.

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Esse compromisso foi assumido hoje (sábado), nesta cidade, pela secretária provincial da OMA, Joana de Jesus Pedro, quando intervinha por ocasião do acto de lançamento da agenda política do MPLA para este ano, presidido pelo secretário-geral do partido, António Paulo Cassoma.

Sublinhou que a ala feminina que dirige continuará a afirmar-se cada vez mais no seio do seu público-alvo, com vista a transmitir as acções do partido que sustentam o governo, pois está confiante nas políticas do governo, em prol da garantia do bem-estar da população.

Na mesma ordem de ideia, o secretário provincial da JMPLA, César Tiago Quitumba, vincou a responsabilidade da juventude em cumprir com a agenda política do partido, enquanto linha orientadora das tarefas programáticas para o presente ano.

Por outro lado, o político destacou o crescimento do MPLA e a sua constante afirmação como um partido moderno, no qual a população depositou a sua confiança, com vista ao alcance das suas expectativas, com enfoque para a inclusão económica e social da juventude.

A agenda política do MPLA para o ano 2018, ora apresentada assente em 10 eixos, a agenda política do MPLA para 2018 contempla essencialmente acções que visam o combate às más práticas de gestão pública, medidas de fortalecimento das estruturas de base e intermédia da formação, criação de mecanismos para realização das eleições autárcicas, entre outras matérias e tem como lema “reforcemos o papel dirigente do MPLA, em apoio ao Executivo na difícil tarefa de melhorar o que está bem e corrigir o que está mal”.

O acto de lançamento do documento foi orientado pelo secretário-geral da organização, António Paulo Cassoma, e  testemunhado por membros do bureau político, do comité central e provincial do e militantes do MPLA a vários níveis.

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