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14 Fevereiro de 2018 | 20h10 - Actualizado em 14 Fevereiro de 2018 | 20h10

Processo eleitoral da RDC regista evolução

Kinshasa (Dos enviados espaciais) - A conclusão do processo eleitoral e o registo de 46 milhões de eleitores são os avanços apresentados nesta quarta-feira pelo Presidente da RD Congo, Joseph Kabila, sobre o processo eleitoral naquele país.

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A confirmação foi dada à imprensa pelo ministro angolano das Relações Exteriores, Manuel Augusto, no final da cimeira tripartida, em Kinshasa, em que participaram os chefes de Estado de Angola, João Lourenço, da RDC, Joseph Kabila, e do Congo, Dennis Sassou Nguesso.

No centro do encontro, que passou em revista a situação política vigente na RDC, esteve o processo eleitoral em curso, com o foco na remarcação das eleições gerais que passaram de  31 de Dezembro de 2017 para  23 de Dezembro de 2018.

Essa situação levou a que a oposição exigisse a saída do Presidente Kabila que constitucionalmente está impedido de voltar a concorrer ao mandato presidencial.

O adiamento alimentou suspeitas de que Joseph Kabila tente eliminar limites constitucionais de mandato, o que deixa latente uma convulsão social interna com prováveis consequências para os países vizinhos.

O chefe da diplomacia angolana reconheceu que o processo na RDC não está ser simples e fácil, mas o objectivo é chegar às eleições, embora existam ainda muitos assuntos a discutir.

Referiu que quer o Governo congolês democrático, como a oposição, estão de acordo sobre a composição da Comissão Eleitoral Independente.

No prosseguimento deste processo está em vista a aprovação de uma lei, pela Assembleia a Nacional da RDC, sobre a divisão dos assentos no parlamento em função do número de eleitores registado.

No capítulo financeiro, para suportar as eleições, o ministro angolano adiantou que esse factor é também uma das preocupações do Governo da RDC que assume essa responsabilidade.

Entretanto, pede aos países da região e do continente para que estejam disponíveis para apoiar, caso seja necessário.

Luanda acolhe próxima cimeira

A capital angolana, a cidade de Luanda, acolhe em Abril deste ano a próxima cimeira tripartida, no mesmo formato, de acordo com o ministro angolano das Relações Exteriores.

Angola e o Congo acompanham o processo na RDC, no sentido de ajudarem e junto da comunidade internacional poderem ser garantes de que os objectivos que todos almejam seja consumado (eleições livres e justas).

Para além do ministro das Relações Exteriores, o presidente João Lourenço esteve também acompanhado de secretários do seu gabinete.

A República Democrática do Congo, situado na África Central, com uma extensão de  2. 344 858 quilómetros quadrados, é o segundo maior país de África, atrás da Argélia.


Faz fronteiras com a República Centro-Africana, Sudão do Sul, Uganda, Ruanda, Burundi, Tanzânia, Zâmbia e Angola.

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