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12 Fevereiro de 2018 | 19h25 - Actualizado em 12 Fevereiro de 2018 | 19h25

UNITA realça alocação de mais recursos à educação

Luanda - A deputada da bancada parlamentar da UNITA, Amélia Judith Ernesto, considerou satisfatória a alocação de mais recursos aos sectores da educação e saúde feitas no quadro da discussão no Parlamento da proposta do Orçamento Geral do Estado (OGE) para o ano em curso.

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Grupo parlamenter da UNITA durante uma sessão de trabalho (arquivo)

Foto: Pedro Parente

Na base dessa alocação está uma proposta dos grupos parlamentares da UNITA e CASA-CE, a qual juntou-se o MPLA, partido que sustenta o Governo.

Os referidos partidos sugeriram um aumento das verbas atribuídas aos dois sectores.

A propósito das preocupações apresentadas pelos referidos partidos, o Presidente da República, João Lourenço, orientou o Executivo a ser flexível na discussão na especialidade, antes da aprovação definitiva do OGE.    

Segundo a deputada, que falava no final de uma visita do grupo de deputados da UNITA à Direcção Provincial da Educação de Luanda, o aumento só terá significado real quando estiver em execução.

Na óptica de Amélia Judith, quando for efectivada, a alocação vai acudir, mas não vai resolver tudo, pelo que aconselha o Executivo a planificar as necessidades reais, a fim de evitar reclamações de última instância, como a Presidente da República sobre a fatia dos sectores da educação e saúde.

Durante o encontro com o director de Luanda da Educação foram aflorados, segundo a deputada, as condições de trabalho, de ensino que, acima de tudo, envolve a comunidade.

Entretanto, o director da Educação, André Soma, anunciou que  do enquadramento no sistema de ensino de 20 mil professores é bem-vindo para o país.

No caso de Luanda, disse, o sector necessita de pelo menos 4 mil professores para atender a demanda, numa altura em que entram nos próximos dias em funcionamento, na capital do país, 300 salas de aulas.

A Educação conta actualmente com pouco mais de 5,4 por cento no OGE e a Saúde 3,63 por cento.


De acordo com o Relatório de Fundamentação do OGE 2018, Angola calcula gastar mais de 975 biliões de kwanzas em Defesa e Segurança, o equivalente a cerca de dez por cento de todas as despesas do Estado.


No OGE 2018 o Governo prevê despesas e receitas de 9,658 biliões de kwanzas e um crescimento económico de 4,9 porcento do PIB.


A entrada em vigor do Orçamento acontece no dia 1 de Março.

Assuntos Parlamento   UNITA  

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