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25 Junho de 2018 | 19h16 - Actualizado em 25 Junho de 2018 | 19h55

Fórum recomenda registo de habitantes das aldeias

Cabinda - O registo do número de habitantes em cada aldeia nas regedorias do município sede de Cabinda foi uma das decisões estratégicas saída do encontro conjunto, realizado no final de semana na Comuna de Tando-Zinze, município sede de Cabinda, entre membros do comando municipal da Polícia Nacional e autoridades tradicionais.

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Cabinda: SME combate a imigração ilegal

Foto: Angop

Cabinda: SME combate a emigração ilegal

Foto: Angop

Durante o encontro, que decorreu na escola primária da sede comunal de Tando-Zinze, o superintendente Simão Chicuma, comandante municipal da Polícia Nacional em Cabinda, alertou as autoridades tradicionais sobre a situação actual de aumento do número de cidadãos estrangeiros ilegais na cidade de Cabinda, onde os crimes violentos com armas de fogo e brancas atingem níveis assustadores.

"A situação é muito preocupante. Estamos a realizar uma operação denominada Relâmpago para inverter esse quadro que está a alterar a ordem, segurança e a tranquilidade das pessoas e sua livre circulação", disse.

O oficial da polícia indicou que com a operação Relâmpago obrigou os criminosos e os imigrantes ilegais a refugiarem-se nas aldeias, fazendo delas áreas de esconderijo das autoridades policiais.

"As autoridades tradicionais devem agir, fazendo registo dos habitantes e apresentar estatísticas às autoridades da administração local e policial para maior controlo", disse.

"Vamos combater energicamente os imigrantes ilegais e os criminosos que se refugiam nas aldeias. Devem controlar o movimento estranho de pessoas nas aldeias. Os coordenadores de bairros, sobas e regedores têm essa missão de registar e saber as razões da presença dessas pessoas estranhas nas ladeias e comunicar as autoridades", sustentou.

O administrador comunal de Tando-Zinze, José Manuel Grilo, disse ser uma medida que vai dar outro impacto para além da cartilha do SME sobre a Lei nº2, no combate a imigração ilegal na comuna que fazem fronteira com a RDC. "Os regedores devem efectivar essa prática em registar os habitantes para um controlo mais eficaz com vista a saber quem é aldeão ou visitante sobretudo o imigrante ilegal na circunscrição".

O crime violento em Cabinda registou, na semana finda, dois mortes por arma de fogo protagonizado por presumíveis cidadãos estrangeiros ilegais sobretudo da RDC, que fazem assaltos a motorizadas que são vendidos naquele país vizinho.

São igualmente prática de roubos e furtos qualificados, o arrombamento de residências onde ameaçam de morte famílias, retirando-lhes bens em especial viaturas sobretudo as de marca Toyota Hillux e Ford, que também são comercializados na RDC.

Assuntos Província » Cabinda  

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