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07 Julho de 2018 | 19h09 - Actualizado em 07 Julho de 2018 | 19h09

Desenvolvimento e prosperidade ditam transição no MPLA

Ondjiva - A transição na liderança do MPLA tem como finalidade o desenvolvimento e a prosperidade de Angola, nos mais variados domínios, informou neste sábado, na cidade de Ondjiva (Cunene), o secretário-geral do partido, António Paulo Kassoma.

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O MPLA realizou, à nível do país, actos políticos de massas em apoio ao VI congresso extraordinário do partido, a decorrer no dia 8 de Setembro próximo, em Luanda.

Intervindo no acto político, Paulo Kassoma explicou que ao primeiro presidente, António Agostinho Neto, coube a missão de garantir a independência nacional, enquanto ao segundo presidente, José Eduardo dos Santos, a tarefa da paz, reconstrução, da unidade e reconciliação Nacional.

Tal como numa corrida de estafeta, explicou que o Presidente João Lourenço terá como missão o desenvolvimento e a prosperidade de Angola.

O secretário-geral fez uma panorâmica da história e percurso do partido desde a sua fundação, a 10 de Dezembro de 1956, destacando o papel do MPLA na preservação da soberania nacional e garantia dos direitos fundamentais dos cidadãos.

Paulo Kassoma enalteceu os feitos do presidente do partido, José Eduardo dos Santos, “pela liderança exemplar na construção de um partido forte, coeso e promotor das principais transformações políticas, económica, social e culturais, ocorridas em Angola”.

O congresso decorrerá sob o lema “com a força do passado e do presente, construamos um futuro melhor” e terá a participação de 2 mil e 591 delegados.

O mesmo servirá para a eleição do presidente do MPLA, em substituição de José Eduardo dos Santos, que deixará a vida política activa. O Comité Central aprovou, recentemente, a candidatura do Vice-presidente do partido, João Lourenço, para a liderança da formação política.

Bengo

A primeira secretária provincial do MPLA no Bengo, Mara Quiosa, apelou aos militantes para se engajarem, de forma activa e efectiva, na implementação do plano de desenvolvimento nacional (PDN) 2018/2022, concebido como veículo principal de estabilidade económico e social do país.

Falando na apresentação pública da convocatória do VI congresso extraordinário do MPLA, Mara Quiosa defendeu a necessidade de todos os militantes do partido manterem-se unidos, coesos e vigilantes.

A dirigente destacou o engajamento do MPLA e do seu Presidente, José Eduardo dos Santos, no crescimento da massa militante.

Instou aos militantes, amigos e simpatizantes do MPLA no sentido de participarem de forma activa na transição política na liderança do partido, assim como na educação, sensibilização, mobilização e participação de todos no processo de institucionalização das autarquias locais, programadas para 2020.

Moxico

No Moxico, centenas de militantes do MPLA participaram no acto político de massas em apoio a convocação do congresso extraordinário.

O evento foi orientado pelo primeiro secretário provincial do MPLA no Moxico, Gonçalves Muandumba, para quem o conclave vai reforçar a unidade e coesão no seio do partido e o papel de liderança deste na sociedade angolana.

Esclareceu que o partido precisa trilhar com o povo, para reforçar a unidade nacional, consolidar a paz e a democracia, enquanto pilares que garantem a coesão, estabilidade política, económica e social do país.

Sobre a candidatura do vice-presidente do partido, João Lourenço, à presidente do MPLA, aprovada recentemente pelo Comité Central, o primeiro secretário provincial disse que, para além de natural, surge da necessidade de congregar esforços e de reforçar a estratégia de desenvolvimento do país.

“O facto do MPLA ter sido o partido mais votado nas últimas eleições gerais e, por conseguinte, governar o país, exige do partido um entrosamento perfeito porque, afinal, o seu objectivo e o do governo é servir o povo”, sublinhou.

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