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11 Julho de 2019 | 11h42 - Actualizado em 11 Julho de 2019 | 15h48

Comandante da MGA quer formação contínua dos quadros

Soyo - O comandante da Região Naval Norte da Marinha de Guerra de Angola (MGA), Noé Rodrigues Magalhães, destacou quarta-feira, na cidade do Soyo, província do Zaire, a necessidade da contínua formação dos quadros do ramo para fazer face ao actual contexto do mundo.

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Zaire: Vice-Almirante Noé Rodrigues João Magalhães-Comandante da RNN da MGA

Foto: João F. Cuti

O responsável, que discursava no acto comemorativo do 43º aniversário da MGA, que decorreu no comando da Região Naval Norte, considerou imprescindível a atribuição de mais meios modernos, bem como a construção e reabilitação de infra-estruturas de apoio.

Segundo o oficial, Angola deve continuar a investir na modernização da Marinha de Guerra, se quiser afirmar-se como uma potência a nível desta subregião, África Austral.

Considerou um desafio latente o combate aos diversos crimes na orla marítima e fluvial, entre os quais, o tráfico de drogas, seres humanos, mercadorias, a pesca e a imigração ilegais, entre outras infracções.

Segundo Noé Rodrigues Magalhães, a situação geográfica do município do Soyo é complexa, onde se cruzam o oceano atlântico e o rio Zaire, servindo de rota de navegação internacional, para além dos vários canais fluviais e ilhas inabitadas, que servem de espaços para a prática de diversos crimes.
 

Destacou a componente económica da região que deve ser protegida, realçando as zonas de produção petrolífera em onshore (terra) e offshore (mar), incluindo a sua base de apoio onde está implantada a fábrica de processamento do gás liquefeito “ Angola-LNG”.

Cabinda

No quadro do 10 de Julho, dia da Marinha de Guerra Angolana (MGA), o chefe do estado-maior do Comando Naval da Marinha de Guerra em Cabinda, Marcelo Gaspar de Carvalho, exigiu rigor, prontidão e coesão, tendo em vista a inviolabilidade das águas territoriais.

Ao falar em representação do comandante do Comando Naval Cabinda, Contra-Almirante, Fernando Jorge Gonçalves, Marcelo Gaspar de Carvalho referiu que o efectivo da MGA na região está engajando no asseguramento da costa marítima, sobretudo, a actividade de exploração petrolífera.

Por seu turno, o vice-governador de Cabinda, Macário Lembe, em representação do governador de Cabinda, Eugénio Laborinho, reconheceu o trabalho do Comando Naval Cabinda.

Sublinhou que o Estado angolano continua apostado na capacitação do efectivo deste ramo das Forças Armadas Angolanas (FAA).

Namibe

No Namibe, o comandante da Marinha de Guerra Angolana naquela província, Assis José Neto, destacou, a propósito da data, o contributo da corporação da “Operação Transparência no mar”, uma acção que visa repor a ordem e a tranquilidade na orla marítima do país.

Assis José Neto realçou as acções formativas de quadros do sector em diferentes especialidades dentro e fora do país.

No mesmo acto, o governador em exercício do Namibe, José Chindongo António, reconheceu a responsabilidade que pesa sobre este ramo, o que obriga a elevação do nível profissional destes, por forma a estarem preparados para os novos desafios.

Bengo

O chefe do Estado-Maior General adjunto das Forças Armadas Angolanas para a área operacional e desenvolvimento, Geraldo Ukwachitembo, afirmou, no Bengo, que o reequipamento da Marinha de Guerra de Angola vai permitir adequar o seu dispositivo e o sistema de forças aos novos desafios.

O oficial falava no acto central comemorativo do 43º aniversário da Marinha de Guerra de Angola (MGA) realizado no município do Ambriz.

Segundo Geraldo Ukwachitembo informou que este ramo das FAA está a ser munido com novas unidades de superfície e quadros devidamente treinados e instruídos para adequá-la à realidade do espaço geográfico angolano e os compromissos assumidos pelo país, no âmbito da manutenção da paz e segurança na sub-região no continente e sobretudo à segurança no golfo da Guiné, onde Angola assume grandes responsabilidades.

Por sua vez, o comandante da Marinha de Guerra de Angola, almirante João Pedro da Cunha Júnior, reiterou a necessidade de elevar o grau de disciplina e organização.

“Lanço um apelo ao efectivo para que busquem superar os seus conhecimentos técnicos e científicos sobre as matérias navais que garantam o aumento da organização e bom funcionamento da Marinha de Guerra de Angola.

A Marinha de Guerra Angolana foi fundada em 1976, por altura da visita do primeiro Presidente e fundador da nação angolana, António Agostinho Neto, à base naval de Luanda, facto que coincidiu com o fim do período de instrução dos primeiros militares do ramo pós independência do país.

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