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09 Janeiro de 2018 | 12h44 - Actualizado em 09 Janeiro de 2018 | 12h43

Falta de dinheiro afecta projectos do FAS em Benguela

Benguela - Sete projectos sociais de 2014-2016, sob responsabilidade do Fundo de Apoio Social (FAS), foram concluídos apenas em 2017 nas localidades de Benguela, Bocoio e Caimbambo, devido a dificuldades económicas dos doadores.

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Em declarações à Angop, a directora local do FAS, Maria de Jesus Alexandre, explicou tratar-se de uma escola de seis salas de aulas, no município do Bocoio, outra na localidade de Hombe (no Caimbambo), três postos de saúde e duas residências para professores e enfermeiros em Benguela, Bocoio e Caimbambo.

Segundo a responsável, os principais financiadores dos projectos do FAS são o Governo Angolano, a União Europeia e o Banco Mundial que apresentam um acumulado de 769 milhões 704 mil kwanzas.

 “Uma vez que os pagamentos retomaram no fim do ano passado, preferimos dar continuidade aos projectos dos anos anteriores, ainda em curso”,  frisou a responsável, apontando as obras da escola de Upinde/Etunda, no Chongoroi, financiado pela União Europeia, o mercado comunitário e posto de saúde no Caimbambo e um outro posto de saúde na localidade da Chimbiabia, no Monte Belo - Bocoio, como as que requerem mais atenção, em função do estágio das suas obras.

Maria Alexandre apontou como prioridade a construção de duas novas escolas de seis salas de aulas cada, respeitante a 2015, nos bairros Agostinho Neto e Hoji ya Henda, no sul de Benguela, e igual número de residências para professores no Kalohanga, município da Baía Farta.

Para Maria de Jesus David da Silva Alexandre, além da conclusão das obras de anos anteriores, a continuação da implementação da chamada "Inclusão Produtiva" e a aprovação dos estudos de cadeias produtivas dos produtos seleccionados nos municípios do Bocoio e Cubal (ananás, galinha, mandioca e milho) são outras linhas para o exercício de  2018. 

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