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19 Junho de 2017 | 07h25 - Actualizado em 19 Junho de 2017 | 07h31

Cabinda: Comportamento da criança falciforme debatido em palestra

Cabinda - Uma palestra sobre o comportamento da criança portadora de anemia falciforme foi realizada neste domingo, nesta cidade, no âmbito das comemorações do 16 de Junho, Dia da Criança Africana.

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Crianças internadas

Promovida pela Associação de Apoio a Portadores de Anemia Falciforme (AAPAF), a acção formativa teve como prelectora a médica Luzia João Francisco, do Programa de Anemia Facilforme, que na sua dissertação chamou a atenção dos pais sobre os sintomas que a criança com esta patologia apresenta.

Como sintomas da doença, apontou a inflamação dos pés e das mãos, constantes transfusões, aumento do tamanho do baço, crescimento retardado, dentre outros.

“ O crescimento retardado provoca alguma discriminação, causando sentimentos de falta de auto-estima, principalmente na adolescência, que é o período da passagem da infância à idade adulta, daí a necessidade do diálogo constante, consultas regulares, alimentação saudável, para ajudar no crescimento e desenvolvimento da mesma ”, frisou.

Como fármacos para o controlo da anemia falciforme, Luzia Francisco apontou o Acido Fólico, Penicilina para as crianças dos zero aos 5 anos, bem como aquelas que sofreram de cirurgia de remoção do baço, Hibuprufeno, hidroxiureia e Albendazol, duas vezes por ano.

O Programa de Anemia Falciforme, sublinhou, funciona desde 2011 em todas maternidades da província, através do teste do pezinho da criança ao nascer.

Os exames são processados no Dispensário Materno Infantil.

A palestra contou com a participação de pais de crianças ciclémicas, membros da AAPAF, técnicos da saúde, representantes das organizações sociais e demais interessados.

De acordo com Teresa Neto, coordenadora da AAPAF em Cabinda, a agremiação controla mais de 150 crianças ciclémicas.  

Assuntos Saúde  

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