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10 Agosto de 2018 | 13h14 - Actualizado em 10 Agosto de 2018 | 13h14

Inspecção da saúde encerra farmácias

Malanje - Três farmácias foram encerradas no II trimestre deste ano, nesta cidade, pelo Departamento de Inspecção e Fiscalização do Gabinete Provincial da Saúde, por funcionarem ilegalmente e sem a observância das normas básicas prescritas para o exercício da actividade farmacêutica.

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O facto foi anunciado hoje, sexta-feira, à imprensa, a margem de uma vistoria realizada por técnicos do Departamento de Inspecção e Fiscalização do Gabinete Provincial da Saúde, em estabelecimentos do género instalados no casco urbano.

No termo da jornada, o chefe do Departamento de Inspecção e Fiscalização do Gabinete Provincial da Saúde, Miguel Noé, explicou que para além do encerramento das três farmácias, existem 40 outras espalhadas pela cidade capital que receberam recomendações a cumprir com os requisitos essenciais para o seu funcionamento, sob pena de ser também fechadas.

O responsável precisou que as farmácias ilegais devem regularizar-se no período de três a seis meses, de modo a evitar o seu encerramento.

Por sua vez, a inspectora do Gabinete de saúde de Malanje, Madalena Vieira, realçou que existem na província estabelecimentos farmacêuticos que funcionam sem directores técnicos licenciados para o exercício da actividade, sem armazém e outras exigências previstas por lei, daí a necessidade de se trabalhar para a regularização dos estabelecimentos.

O Departamento de Inspecção e Fiscalização do Gabinete Provincial da Saúde controla actualmente na cidade de Malanje, 73 farmácias legalizadas.

A visita as unidades farmacêuticas da cidade de Malanje, visa combater a venda ilegal de medicamentos e produtos de saúde em locais não autorizados, no âmbito duma directiva do ministério da saúde.

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