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10 Julho de 2018 | 19h19 - Actualizado em 10 Julho de 2018 | 19h19

Antropólogo quer maior investimento nas zonas rurais

Ndalatando - O antropólogo Lúcio Marques defendeu hoje, em Ndalatando, província do Cuanza Norte, a necessidade do equilíbrio nos investimentos realizados nas zonas rurais e urbanas, visando conter o êxodo populacional para as cidades.

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O académico defendeu tal ponto de vista, quando falava à Angop, a propósito do 11 de Julho, Dia Mundial da População, que se assinala nesta quarta-feira.

Salientou que o crescimento populacional deve merecer a máxima consideração dos governos, no sentido de haver um equilíbrio entre o número da população, qualidade de vida e os investimentos a serem feitos, para a melhoria de vida das mesmas.

Apontou os conflitos políticos, familiares e étnicos, bem como a busca de melhores condições de vida, sobretudo, entre a população jovem, como factores que contribuem para a migração, o que proporciona o surgimento das desigualdades e assimetrias entre diferentes regiões do país e do mundo.

Para inverter o quadro, o também pastor da Igreja Evangélica de Angola (IECA) defendeu que haja mais investimentos nas zonas rurais, sobretudo na criação de infraestruturas, que atraiam investidores e contribuam para a criação de empregos, para desestimular o fenómeno migratório.

Considerou a migração como sendo um fenómeno secular que contribui para o desequilíbrio económico, principalmente dos jovens, que constituem a força motriz de uma sociedade, que de certo modo vão contribuir para o desenvolvimento de outras regiões.

O Dia Mundial da População é um evento anual, celebrado a  11 de Julho, com o objetivo de  alertar para as questões do planeamento e do desenvolvimento populacional.

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