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11 Outubro de 2018 | 15h02 - Actualizado em 11 Outubro de 2018 | 15h02

Antigos Combatentes na Huíla clamam por aumento de pensão

Lubango - Os Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria consideraram hoje, quinta-feira, no Lubango, "insignificante a pensão de 23.558.12 Kwanzas entregue mensalmente atendendo ao actual contexto, pelo que solicitam ao ministério de tutela, um incremento para 80 ou cem mil Kwanzas.

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Antigos Combatentes num encontro

Foto: José Filipe

A preocupação foi apresentada pelo coordenador do Fórum Independente de Angola (FIDEGA), na Huíla, Nunes Manuel, em representação de 12 associações cadastradas pelo sector na província, entre os quais Antigos Combatentes, Deficientes de Guerra, Órfãos, Viúvas, Ascendentes e Acompanhantes, ao ministro de tutela, João Ernesto dos Santos "Liberdade".

Para ele, as baixas pensões não satisfazem as necessidades do quadro orçamental familiar, daí a aflição constante, porque em consequência disso leva muito deles a mendigar na rua.

Defenderam ainda o surgimento de mais cooperativas agrícolas e consolidar as três actualmente existentes, e aquisição de instrumentos agrícolas para fomentar a prática da agricultura e melhorar a dieta alimentar.

Em relação a dívida da pensão de 2010 que ainda não foi paga, estimada em 119 milhões de Kwanzas, destacou a necessidade do seu pagamento uma vez que está a criar descontentamento por parte dos assistidos.

Segundo ele, o não pagamento “constitui uma afronta a dignidade e à honra do Antigo Combatente e veterano a Pátria”.

Em resposta, o ministro de tutela, João Ernesto dos Santos “Liberdade”, reconheceu as dificuldades que os Antigos Combatentes atravessam como consequência dos exíguos subsídios de pensão.

Das 12 associações dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria inscritas no sector, destacam-se Fidega, Ammiga, Arfaa, Focobac, Asfoca e Aspar. 

Dados da direcção local dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, tem controlado mais de seis mil assistidos na província.

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