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18 Outubro de 2019 | 16h12 - Actualizado em 18 Outubro de 2019 | 16h33

Protecção Civil quer aperfeiçoamento técnico

Luanda - O secretário de Estado do Interior, Salvador Rodrigues, advogou hoje, sexta-feira, o aperfeiçoamento das competências técnicas e profissionais para se combater os desastres.

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Inundação do hospital Pediátrico do Sumbe durante as chuvas (arquivo)

Foto: Joaquim Tomás

Salvador Rodrigues defendeu esta posição em Luanda, durante a abertura do workshop alusivo ao Dia Internacional para a Redução do Risco de Desastres.

Segundo o responsável, para se atingir resultados aceitáveis de prevenção, preparação e resiliência é fundamental apostar na formação do homem e na capacitação das estruturas de base da protecção civil, uma prioridade da Comissão Nacional de Protecção Civil, no âmbito das prioridades da estratégia global sobre a redução do risco de desastres “Sendai 2015-2030”.

Os profissionais, avançou Salvador Rodrigues, devem estar capacitados e os cidadãos adoptarem a postura adequada, perante os riscos impostos pelas mudanças climáticas, explorando alternativas para o desenvolvimento numa situação irreversível.

Acrescentou que essa capacitação é uma mostra clara do compromisso do Executivo angolano no processo de geração de conhecimento e reforço das capacidades dos governos locais, com o objectivo de implementar acções de redução do risco e recuperação oportuna dos desastres e adaptação às mudanças climáticas.

O processo de desenvolvimento territorial e comunitário, adiantou, exige uma protecção prática e concreta perante o risco de desastres, evitando que as inundações e a seca causem impacto e danos nos investimentos económicos e sociais, nas infra-estruturas e na qualidade de vida da população.

Por seu turno, o comandante do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros (SPCB), Benção Mateus, frisou que as enxurradas, inundações e a seca têm sido os eventos catastróficos que mais mortes provocam, causando danos materiais, económicos e financeiros que incidem fortemente nos sectores da habitação, saúde, educação e infra-estruturas.

Em cada 100 mil pessoas, disse, 860 são afectadas e uma morre em consequência das inundações, quer por afogamento, deslizamento de terra ou outras calamidades.

Dados apontam que, nos últimos quatro anos (2014 a 2018), 21 mil 466 mil residências foram destruídas com perdas directas sobre as infra-estruturas críticas, na saúde e na educação, estimadas em 18 mil milhões 72 mil e 513 kwanzas.

Assuntos Angola  

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