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25 Outubro de 2019 | 16h38 - Actualizado em 25 Outubro de 2019 | 17h06

Sindicalista quer agência na dianteira dos factos

Luanda - Os profissionais da Agência Angola Press (ANGOP-E.P) devem ter a capacidade de aperfeiçoar a recolha dos factos e tomar a dianteira na divulgação, aconselhou sexta-feira, o secretário-geral do Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA), Teixeira Cândido.

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Jornalista Reginaldo Silva fala sobre a liberdade de imprensa e acesso as fontes

Foto: Pedro Parente

Para o responsável, os profissionais não se devem limitar a ser "caixas de ressonância" nem porta-vozes das fontes e sim protagonistas da informação.

Teixeira Cândido falava durante uma palestra sobre “A Liberdade de imprensa e o acesso às fontes e dados” realizada no âmbito dos 44 anos de existência da Angop que se assinalam a 30 do corrente mês.

Considerou que o jornalistas de hoje não se pode limitar a informar o que aconteceu, mas deve destacar as razões dos factos, explorando o “como” e “porquê” dentre as questões fundamentais na construção noticiosa.

Em relação ao acesso às fontes, Teixeira Cândido disse ser importante que todos os meios de comunicação sejam tratados de igual forma, sem excepção.

Sobre a liberdade de imprensa afirmou, que esta não pode ser aferida pelo número de órgãos existentes, mas, sim, pela existência de informação plural, isenta e correcta.

Por sua vez, o jornalista Reginaldo Silva, e citando o português Joaquim Fidalgo, afirmou que as garantias de acesso às fontes de informação e à liberdade de expressão devem estar adequadamente previstas na lei geral do país, pois procuram servir a generalidade dos cidadãos e não, propriamente, conceder privilégios a actividade profissional dos jornalistas.

Refere que, por mais abertas que possam ser as instituições, os jornalistas têm sempre que cruzar as fontes, na hora, para confirmar, desmentir ou apenas esclarecer através de um comentário pontual.

"Quanto melhor estiverem identificadas as fontes maior credibilidade terá a informação, pois o recurso às fontes anónimas deve ser excepção e nunca a regra", sublinhou.

Reginaldo Silva considera que, identificadas ou não as fontes, o jornalista é sempre o último responsável pela integridade da informação que elabora e divulga.

O encontro contou com a presença do Director Nacional da Comunicação Social, Rui Vasco, dos administradores da ANGOP para a Área de Contéudos, José Chimuco, e não-executivo, Gaspar Francisco, jornalistas da Angop, RNA, TPA, Jornal de Angola e estudantes de comunicação social.

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