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31 Julho de 2019 | 19h00 - Actualizado em 31 Julho de 2019 | 19h26

Trabalhadores da TURA paralisam serviços

Luanda - Os trabalhadores da Empresa de Transporte Urbano Rodoviário de Angola (TURA) paralisaram os serviços desde segunda-feira, em Luanda, para exigir o pagamento dos salários em atraso há 10 meses e subsídio de natal referente ao ano de 2018.

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Os manifestantes, que reivindicam os ordenados, estão concentrados de forma pacifica defronte ao edifício Kimba Vita, devido ao insucesso das negociações com a entidade patronal que nunca deu solução e nem mostrou interesse de resolver o problema, apesar da possibilidade de  dialogar com o sindicato que representam os 385 trabalhadores.

Os trabalhadores destacaram a necessidade de regularizar o pagamento dos salários, uma vez que os problemas familiares se arrastam  e a entidade patronal retirou inclusive  os serviços mínimos.

O coordenador do sindicato de trabalhadores da TURA, João Queta Caetano, referiu que o caderno reivindicativo possui três pontos que são o pagamento dos salários em atraso de 10 meses, subsídios de natal de 2018 e de férias de janeiro  a Julho de 2019.

Sublinhou que a manifestação se arrasta há um mês e sem data de paralisação, porque a entidade patronal não mostra interesse nem a pretensão de negociar para resolver a situação, inclusive cancelou os serviços mínimos para as populações.

" Queremos englobar a marcha, porque a lei da reunião e manifestação permite a permanência em locais indicados das 20 as zero horas de segunda a sexta-feira e aos finais de semana das 14 as zero horas, período menos visíveis para que as pessoas entendam as nossas intenções", disse.

Falando à Angop, o administrador financeiro da TURA, Severino Chingala, reconhece que existe uma divida de oito meses para com os trabalhadores  avaliado em aproximadamente 300 milhões de Kwanzas.

Precisou que o valor de 50 Kwanzas fixado pelo Executivo as empresas colectivas urbanas para a cobrança dos bilhetes não cobre os gastos na compra de combustível, acessórios dos autocarros e gastos no pagamento de salários.

Severino Chingala afirmou que a situação está a ser resolvida, já que será feita a alteração dos preços, passando dos 30 para os 150 Kwanzas e a chegada de  novos autocarros.


 

Assuntos Greve   Província » Luanda  

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