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16 Julho de 2020 | 17h14 - Actualizado em 16 Julho de 2020 | 18h16

Covid-19: Cidadãos retidos no Soyo regressam a Cabinda

Soyo - Quarenta e oito cidadãos residentes na província de Cabinda, que se encontravam desde Março deste ano, retidos na cidade do Soyo (Zaire), devido à pandemia de Covid-19, começaram na quarta-feira a regressar à sua terra de origem.

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Zaire: Aeroporto do Soyo

Foto: Rosário dos Santos

O regresso desses compatriotas à província mais ao norte do país surge em função da retomada dos voos da companhia SLJ-Aeronáutica na rota Soyo/Cabinda, quatro meses depois de terem sido suspensos devido à Covid-19.

Em declarações hoje, quinta-feira, à ANGOP, no aeroporto Comandante Ndozi, minutos antes do embarque para Cabinda de um grupo de 13 passageiros, o administrador municipal adjunto do Soyo para o sector Político, Social e das Comunidades, José Suca Londa, louvou a iniciativa da companhia SLJ-Aeronáutica em restabelecer a ligação aérea com o enclave, para facilitar o regresso dos cidadãos às suas zonas de residência.

Disse que devido às medidas de prevenção contra a pandemia, a aeronave, com capacidade para 19 lugares, passará, em dois voos diários, a transportar apenas 13 passageiros do Soyo para Cabinda e vice-versa.

Por sua vez, o director municipal da repartição da Saúde no Soyo, Pedro Lussukamo, assegurou que estão a ser aprimoradas as medidas de prevenção contra a Covid-19 por parte dos passageiros, que passam desde a higienização das mãos, uso de máscaras ao distanciamento físico.

Paulo Fernandes, passageiro e funcionário do sector petrolífero, retido na cidade do Soyo há cerca de 5 meses, mostrou-se regozijado com a retomada dos voos entre o Soyo e Cabinda.

“Não foi fácil, depois de cinco meses volto a estar junto da minha família”, referiu.

Joana Pedro, também habitante da província de Cabinda, disse que deslocou-se ao Soyo, em Março, por questões de óbito, pelo que, igualmente, manifestou a sua satisfação por voltar a reencontrar-se com os seus cinco filhos, um deles de oito meses.

Durante a suspensão dos voos, o movimento entre as duas cidades, separadas pelo oceano atlântico, era feito através de embarcações precárias, que transportavam apenas mercadorias e acompanhantes.

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